quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

PROCESSO SINTONIZANDO CASAIS II


COMO EVITAR A MÁ RELAÇÃO:







Existem algumas regras para evitar cair numa má relação.
Para evitar uma má relação tem que haver amor, intimidade emocional e sexual e romance.

Estes são os pilares de um relacionamento amoroso e a forma de evitar uma má relação. Haver uma grande sintonia na cama não basta, tem que haver o desejo de estar junto e partilhar a vida com a outra pessoa. Esse desejo é o combustível para o amor.
Para evitar uma má relação tem que haver partilha de objetivos, metas e desejos mútuos.

Acredite que para evitar uma má relação você vai ter que tornar os seus sonhos como objetivos do casal. Vai ter que ter um projeto comum que é a soma dos sonhos individuais de cada um. O compromisso é trabalharem juntos. A desvantagem é que a liberdade está mais condicionada. A vantagem é que o trabalho de equipe – a dois – é mais gratificante que o trabalho solitário.
Para evitar uma má relação tem que haver compaixão, aceitação e perdão.

São muitos os erros, as falhas e as omissões que as pessoas cometem umas com as outras quando estão numa relação. É quase impossível evitar isso. Por isso é imprescindível que haja compaixão pelas dificuldades do outro, aceitação pelas insuficiências e perdão com os erros.
Para evitar uma má relação tem que haver um desejo mútuo de intensificar a relação com coisas fora da relação.

As relações que se tornam pouco gratificantes são aquelas que habitualmente as pessoas se fecham sobre elas próprias ou sobre as questões da relação. É necessário que a relação esteja aberta ao mundo que rodeia cada uma das pessoas. Mas suficientemente protegida para que não haja influência que coloque em perigo a consistência e a unicidade do casal.
Para evitar uma má relação tem que haver a capacidade para admitir erros e falar sobre eles.


Tem que se ter uma boa capacidade para se colocar no lugar do outro. Estar aberto a outras perspectivas. Ter a capacidade para não abdicar das suas convicções mas ter a flexibilidade para mudar de idéias. Estar numa relação implica que se tenha essa postura. Apesar da outra pessoa poder ter uma forma de ser e pensar diferente da sua ela não é o inimigo. É suposto que existam diferenças entre os dois e é suposto admitir que por vezes você está errado e aprender com isso.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

PROCESSO TERAPÊUTICO SINTONIZANDO CASAIS





Flexibilidade na divisão de papéis colabora para o equilíbrio da união.
Em uma união,é natural que cada parte assuma certas atribuições - um é mais organizado,outro mais afetuoso e assim por diante. Mas , quando essa divisão se torna muito rígida , tende a gerar conflitos.
O ideal é que haja mobilidade e os dois se disponham a mudar o próprio comportamento, se necessário. A tentativa de transformar o outro quase sempre não dá resultado.
A convivência amorosa nos influencia fortemente.Tem até o poder de acentuar, atenuar ou ainda despertar determinados aspectos de nossa personalidade. Muitas vezes nos surpreendemos ao tomarmos consciência  de características que nem imaginávamos ter.
E mais: quando trocamos de parceiros(as), podemos ver diferentes traços nossos aflorarem.
Por essa razão, há delícias e inquietações pró´rias a cada relacionamento.
Prazeres e angústias podem ser atribuídos em grande parte à divisão de papéis que aos poucos se impõe entre o casal.
Mesmo sem se dar conta, cada parceiro vai se apropriando de funções de acordo com as suas tendências e as demandas da relação e do parceiro.
O problema é que, quando um toma para si determinado papel, muitas vezes o outro acaba assumindo a postura contrária.Se um sempre se adianta nas decisões, por exemplo, o outro pode tornar-se dependente e acomodado. E o contrário também acontece: quando a dependência  de um se instala, o
outro avança na liderança. Um parceiro aéreo e distraído pode reforçar o comportamento controlador do companheiro. Um sensível e carente arrisca-se a estimular a frieza do outro.
Embora se diga que os opostos se atraem, uma relação caracterizada por polarizações como essas provavelmente  implicará prejuízo a ambos.
Claro que, por um lado, é positivo que os papéis se complementem - os extremos é que são danosos.
Onde há excesso num pólo, certamente haverá deficiência no outro.
No mínimo , papéis fixos e estereotipados dificultam o crescimento pessoal dos envolvidos.
É  ilusão pensar numa relação em que não haja papéis mais ou menos definidos, porém certa mobilidade é fundamental para torná-la saudável.
Ao refletir  sobre o relacionamento que estamos vivendo, precisamos buscar  entender como se dá essa dinâmica. Tal exercício pode esclarecer conflitos e dizer muito sobre os sentimentos despertados, além de ser boa maneira de visualizar como a união vai se desenvolver ao longo do tempo.
Escapar da trama construída na relação é certamente um desafio. Mas às vezes basta mudar um elemento do sistema para alcançar resultados animadores. Pode ser pela adoção de uma nova forma de se posicionar diante do companheiro ou uma alteração na maneira de se comunicar com ele. Mas
não se deve esperar que a mudança venha do outro.
Tentar transformar o parceiro e fazê-lo encaixar-se no modelo almejado em geral é tarefa exaustiva e infrutífera. Quem se sente incomodado deve fazer o primeiro movimento e buscar reestruturar a relação em um modelo mais satisfatório.
Mas precisa saber, de antemão, que enfrentará poderosas forças internas e externas responsáveis pela manutenção daquela dinâmica.
Não é uma empreitada simples e muita gente pode se perguntar , no meio dela , se vale a pena continuar lutando pela relação.
A dúvida muitas vezes procede. A possibilidade de alterar o padrão da união e merolhá-la qualitativamente existe, mas há limites para a persistência. A incansável luta para tornar o outro aquele que se deseja ter ao lado, assim como a tentativa de se modificar ao máximo em benefício do relacionamento, não raro resulta em esgotamento emocional. Logo, é pertinente buscar relações que estejam sintonizadas com nosso próprio modo de viver. Às vezes as pessoas se detêm demais naquele que querem ter ao seu lado e perdem de vista a pessoa que elas próprias desejam ser na relação amorosa e na vida . Mais do que buscar o melhor no outro, é essencial encontrar uma união que traga à tona o que há de melhor e de mais verdadeiro em si mesmo.


Assuntos como esses são temas que abordo no PROCESSO TERAPÊUTICO SINTONIZANDO CASAIS, que já a mais de 13 anos o Centro Terapêutico THOTEM dna vem desenvolvendo com diversos casais que sentem que precisam de uma nova calibragem na relação afetiva íntima.


Cuidar dos sentimentos mútuos e trazer a tona os mais diversos potenciais positivos e construtivos de novas e saudáveis perspectivas do relacionamento é a base desse trabalho que é composto de 40 sessões de duas horas cada - sendo uma por semana durante 40 semanas intensas de desafios no dia a dia.




Sistemas de controle emocional e feedback relacional são tônicas frequentes nesse processo.
Se você homem ou mulher , dentro de sua relação de namoro,casamento ou outro tipo de relacionamento conseguem perceber as suas dificuldades pessoais de um para o outro - esse trabalho que foi criado a partir de uma observação clínica de anos com clientes de ambos os sexos vem a sanar suas dificuldades verdadeiras e criar uma atmosfera nova de equilíbrio e equalização na relação em si.
Exploraremos todas as bases da relação: Física,emocional,sentimental,mental e espiritual para assim atingir seu melhor um com o outro.




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(51) 8659-3814 - OI / 8118-3962 - TIM / 9211-3171 - CLARO / 9700-5088 - VIVO

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